
O acúmulo de gordura no fígado é comum em pessoas com obesidade, colesterol alto ou diabetes, podendo ser assintomático ou provocar sintomas como dor do lado direito do abdômen e barriga inchada.

Nos estágios mais leves é possível observar algumas características bem comuns como fraqueza, cansaço, boca amarga, perda de apetite e dor de cabeça.

A cirrose é o desfecho de lesões no fígado que se cicatrizam, fazendo com que o órgão vá perdendo sua função e caminhe para a falência completa.

O câncer de fígado geralmente começa como um nódulo isolado ou como nódulos múltiplos no interior do órgão. Nas fases iniciais, o crescimento costuma ser lento e assintomático.

O ágar-ágar é rico em fibras que regulam a absorção de carboidratos pelo intestino, o que ajuda a diminuir os níveis de glicose no sangue e a resistência à insulina. Auxília na digestão e facilidade de desintoxicação, pois elimina toxinas ruins que podem estar presentes no organismo. Auxilia na perda de peso, regula e limpa o intestino, e também proporciona sensação de saciedade, auxiliando no emagrecimento saudável.

Estudos mostram que o consumo de psyllium pode ajudar a melhorar a função hepática, reduzindo os níveis de enzimas hepáticas elevadas, que podem ser indicadores de danos no fígado. O psyllium possui propriedades anti-inflamatórias, o que pode ajudar a reduzir a inflamação no fígado. O psyllium pode auxiliar na perda de peso ou na manutenção de um peso saudável, o que é importante para pessoas com gordura no fígado.

A espirulina promove a redução da infiltração de macrófagos na gordura visceral, o que ajuda a prevenir o acúmulo de gordura no fígado, reduz o estresse oxidativo e melhora a sensibilidade à insulina e saciedade. Alguns estudos demonstraram que a espirulina melhora o metabolismo das gorduras e da glicose, reduzindo a gordura acumulada no fígado e protegendo contra danos, como cirrose e insuficiência hepática.

foi verificado que a quitosana reduziu significativamente o ganho de peso de ratos induzido por dieta rica em gordura; bem como diminui o peso hepático, melhorando assim a esteatose hepática, através da redução das concentrações plasmáticas de triglicérides, colesterol e ácidos graxos li- vres. Sabe-se que em excesso, o colesterol “ruim” LDL, pode induzir a hiperlipidemia, obesidade e à esteatose hepática (gordura no fígado). 2. Outro .

Em estudos anteriores, o cromo demonstrou melhorar a resistência à insulina e o metabolismo lipídico, além de proteger contra danos hepáticos; - Em outro estudo mais recente, o cromo reduziu o conteúdo de citocinas pró-inflamatórias (IL-1ß e TNF-a, IL-12) e restaurou os níveis de citocinas anti-inflamatórias (IL-10) para os valores de controle na esteatose hepática induzida por ácido oleico em modelo animal; - Foi demonstrado também que o cromo pode aumentar a sensibilidade à insulina no diabetes tipo 2.

O resultado também deve ser encarado com empolgação por pessoas com sobrepeso. É que a maioria já apresenta resistência à ação da insulina. "Daí sobem os riscos de diabete e complicações cardiovasculares", conta a nutricionista Carolina Chica, da Unidade de Doenças Cardiovasculares da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Tem mais: na pesquisa, a chia livrou o fígado de adiposidade. "Esse quadro, conhecido como esteatose hepática, pode culminar em danos permanentes no órgão", informa a nutricionista chilena.

Estudos demonstraram, ainda, uma capacidade aumentada de detoxificação do fígado (citocromo P450) em ratos alimentados com inulina. A produção de glutation-S-transferase e glucoroniltransferase foi aumentada. Estas enzimas metabolizadoras de xenobióticos podem exercer um papel importante contra produtos carcinogênicos. um efeito que vai ao encontro de pesquisas anteriores que sugerem que a inulina pode ajudar a reduzir os níveis de lipídios circulantes e a esteatose hepática, que é o excesso de gordura no fígado.

No presente estudo, a administração de prebióticos FOS e GOS modulou a composição da microbiota intestinal e fortaleceu a integridade intestinal em camundongos NAFLD induzidos por HFD. O tratamento induziu a redução de marcadores inflamatórios como p-NFκB-65, IL-6, iNOS, COX-2, TNF-α e IL-1β, atenuando a inflamação hepática. Os animais tratados com prebióticos apresentaram redução do acúmulo de gordura hepática através da modulação das vias lipogênica (SREBP-1c, ACC e FAS) e lipolítica (ATGL). Portanto, o FOS e GOS apresentam potencial terapêutico como ferramentas nutracêuticas para prevenir e tratar NAFLD.
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